ANAIS DA HISTÓRIA E ASSUNTOS RELEVANTES DA ATUALIDADE
"Conhecei a verdade e a verdade vos tornará livres" (João c.8 v.32)
Livre-se da alienação dos dogmas mantendo-se bem informado.
A humanidade precisa saber...
- que após sobrepujar um processo de falsidade ideológica na Justiça Federal que se arrastou por quinze anos, INRI CRISTO obteve o reconhecimento oficial de sua identidade pelas autoridades terrestres. Em 24/10/2000, o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Paraná expediu um venerando acórdão determinando que conste seu novo nome, INRI CRISTO, em todos os seus documentos (passaporte, identidade, CPF, etc.). INRI é o nome que lhe custou o preço do sangue na cruz. Significa, em latim, Iesus Nazarenus Rex Iudaeorum (Jesus Nazareno, Rei dos Judeus); em hebraico, Iammim Nour Rouahh Iabescheh (fogo, terra, água e ar); outrossim quer dizer Igne Natura Renovatur Integra: pelo fogo a natureza se renova ("Ao que vencer... escreverei sobre ele o nome de meu DEUS... e também o meu novo nome" - Apocalipse c.3 v.12) e CRISTO, na tradução do grego, quer dizer "o ungido", no singular (leia a história jurídica de INRI CRISTO completa no livro O Tempo no menu deste site).
- que por ocasião do Ato Libertário perpetrado por INRI CRISTO no interior da catedral de Belém do Pará no histórico 28/02/1982, uma junta psiquiátrica nomeada oficialmente pelo juiz Dr. Jaime dos Santos Rocha examinou-o e disse que, conforme perspectivas otimistas, só poderiam concluir um laudo sobre o Filho de DEUS no dia do Juízo final, alegando que ele atua numa esfera intelectual superior considerada atípica (conforme registrou o jornal O Liberal, arquivado na SOUST).
- que uma equipe do programa Fantástico da Rede Globo, especialmente organizada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, deslocou-se até Belém do Pará no afã de registrar todos os momentos da revolução perpetrada por INRI CRISTO, a saber: a entrada com o povo na catedral, o flagrante do Ato Libertário, a chegada dos policias, a detenção de INRI CRISTO, os depoimentos dos presidiários, o parecer das autoridades, as visitas dos belenenses que se dirigiam diariamente ao presídio em busca de bênçãos, a saída triunfal da prisão após quinze dias de reclusão sem dependência de advogados, etc. Não obstante, vilipendiando o sagrado direito do povo brasileiro de conhecer a verdade e demonstrando que democracia e liberdade de imprensa no Brasil são uma utopia, a emissora mostrou tão somente o momento da detenção de INRI CRISTO. Por sua vez, a "investigativa" revista Veja (edição 10/03/1982) contentou-se em exibir uma matéria caluniosa de um free-lance.
- que o histórico 28/02/1982 marcou o rompimento do vínculo de INRI CRISTO com o que restara de sua antiga igreja, a romana, anulando o efeito das palavras ditas a Pedro: "Pedro, tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus c.16 v.18). Como ele disse no singular, todas as outras igrejas ditas cristãs carecem de legitimidade e origem histórica. E porque as portas do inferno começaram a prevalecer no seio da meretriz do Apocalipse c.17 (Inquisição, comércio religioso, venda de indulgências, sacramentos, etc., pedofilia, devassidão moral, conchavos políticos com déspotas ditadores sanguinários...), ela foi declarada proscrita pelo ALTÍSSIMO, e em seu lugar nasceu a Nova Ordem Católica, SOUST, que veio dar continuidade à Seita do Nazareno (como era conhecida a igreja cristã em seus primórdios), que guardava os puros ensinamentos deixados pelo Filho de DEUS antes de ser crucificado.
- que no séc. IV o imperador Constantino converteu-se formalmente ao Cristianismo não como um ato de fé religiosa mas como um golpe de habilidade política, pois vislumbrou no crescimento do Cristianismo um meio de facilitar a expansão do império romano. Foi então que ele solapou, açambarcou o que restou da primitiva igreja cristã e, à revelia da vontade divina, almejando transforma-la no braço "eclesiástico" de Roma, passou a chamá-la católica apostólica romana. Católica, que, na tradução do grego, outrossim significa universal, porque a pretensão do império romano era dominar toda a Terra; apostólica porque foi organizada pelos capachos apóstolos de Constantino, não pelos discípulos de Cristo; romana porque incorporou os costumes e ritos dos romanos pagãos e passou a servir aos interesses do Estado romano.
- que os cultos e dogmas da igreja romana são em sua totalidade um plágio mal disfarçado das crendices e dos rituais pagãos. As missas, as procissões, os cantos, o culto de Maria, a adoração de imagens, o dogma da ressurreição física de Cristo ao céu e até os relatos dos milagres, enfim, tudo não passa meramente de uma adaptação das crenças, costumes e lendas do paganismo estabelecido na Antiguidade.
- que a crença na ressurreição de Cristo, a ascensão física ao céu e o culto de Maria em procissões remontam à época das celebrações pagãs, ou seja, foram uma "cristianização" do paganismo estabelecido. Os Anais da História registram que na festa de veneração a Cibele, antiga deusa pagã, seus adoradores jejuavam, rezavam e lamentavam a morte de seu filho Átis, deus pagão; depois o jovem deus era levado a seu túmulo em solene procissão. No dia seguinte o povo celebrava a ressurreição de Átis e a renovação da terra. No ultimo dia da festa, a imagem da "Grande Mãe" passeava em triunfo pelas ruas e em Roma a multidão saudava-a como Nostra Domini, "Nossa Senhora". Ainda mais adorada que Cibele era a deusa egípcia Ísis, considerada entre os pagãos portadora do dom eterno da vida. Todos os povos do Mediterrâneo cultivavam a crença de que seu esposo Osíris morrera e se erguera dentre os mortos; essa "ressurreição" era comemorada com imponentes procissões e cânticos de alegria. Nas imagens de culto, Ísis aparecia sustendo nos braços seu "divino" filho Hórus, e as ladainhas saudavam-na como "Rainha do Céu", "Estrela do Mar" e "Mãe de deus". De todos os cultos pagãos, este foi o que mais se indissociou do catolicismo contemporâneo. Ou seja: a igreja romana descaradamente substituiu a disputa entre Cibele e Ísis pela veneração à legião de "mães de deus", que proliferam de acordo com a demanda da freguesia e vivem disputando entre si a titularidade do cargo (será "Nossa Senhora Aparecida" a "mãe de deus" titular? Ou talvez "Nossa Senhora de Lourdes", no afã de seduzir os franceses? Quiçá "Nossa Senhora de Guadalupe" ou "de Nazaré" mereça ostentar o título...).
- que nessa mesma época, a um homem chamado Apolônio (de vida abnegada e piedosa, segundo a lenda), a tradição passou a atribuir muitos milagres, e seus seguidores afirmavam que depois da morte ele lhes aparecera e subira ao céu corporalmente. Como há quem diga que Cristo está de carne e osso no céu sentado à direita de DEUS, e considerando que no espaço sideral a temperatura confina zero absoluto, ou seja, 273ºC negativos, quiçá este Apolônio também esteja lá congelado, porém à esquerda de DEUS... Portanto, para quem raciocina honestamente, não é muito difícil identificar a origem de tantas crendices e fantasias introduzidas no seio do Catolicismo durante esses dois mil anos da ausência de Cristo na Terra.
- que no século VI o imperador romano Justiniano ordenou a supressão da reencarnação da doutrina cristã em obediência a sua esposa cortesã Teodora. Os Anais da História registram o real motivo que levou Teodora a manipular o marido. Primeiro, por haver sido uma prostituta, ela quis livrar-se deste passado vergonhoso materializado na voz das ex-colegas, que se vangloriavam da honra de tê-la na corte: determinou que todas as suas quinhentas ex-colegas prostitutas, sem exceção, fossem assassinadas. A voz do povo, inconformada pela atrocidade, ferozmente levantou-se contra Teodora, vociferando nas portas do palácio: "Assassina, assassina! Tens que morrer quinhentas vezes...", aludindo à lei do retorno, mais conhecida como lei do carma, ou lei do Talião: "Olho por olho, dente por dente... uma vida por uma vida" (Êxodo c.21 v.23 e 24). Na ilusão de poder livrar-se das conseqüências deste pernicioso ato, Teodora arvorou-se da autoridade do Estado no afã de interferir no poder eclesiástico; ordenou a seu capacho marido, o déspota imperador Justiniano, que suprimisse da doutrina cristã toda a lei da reencarnação, declarada herética no Segundo Concílio de Constantinopla, em 553. A partir de então, qualquer cristão que a ensinasse estaria submetido à condenação. Portanto, a supressão da reencarnação não passa de um lamentável erro histórico, sem qualquer validade eclesiástica.
- que no século XIII foi estabelecido o mais terrível de todos os estratagemas do Vaticano - a Inquisição. Aproximadamente 100 milhões de pessoas consideradas "hereges" sofreram as agruras da famigerada "Santa Inquisição". Quem ousasse contrariar os espúrios determinismos da proscrita igreja romana e permanecesse fiel aos ensinamentos de Cristo e à lei divina estava condenado a sofrer terríveis perseguições: muitos eram mortos, torturados, martirizados, queimados vivos... Uma das mentalidades mais elevadas da época, o frei Giordano Bruno, foi queimado vivo por insistir que nos Evangelhos Cristo falava sobre a reencarnação.
- que a origem da observância do domingo pelos cristãos remete ao ano 321, ocasião em que o imperador Constantino, visando conciliar o paganismo ao cristianismo, promulgou um decreto declarando que todos os seus súditos deveriam descansar no "venerável" dia do Sol, o Dies Solis dos pagãos, e trabalhar no dia de sábado. Até então, sábado era o dia de descanso dos cristãos, que guardavam o quarto mandamento da lei de DEUS expressa nas Sagradas Escrituras: "Lembra-te de santificar o dia de sábado" (Êxodo c.20 v.8). Os cristãos que fossem encontrados descansando no sábado eram perseguidos e excomungados. E assim o paganismo se introduzia mais e mais no que sobrara da igreja de Cristo...
- que as imagens foram introduzidas nas igrejas cerca do ano 300 da era cristã somente no intuito de adornar, iludindo os cristãos. Posteriormente, no séc. VIII, as imagens foram transformadas em objeto de culto (adoração) como meio de proporcionar aos conversos do paganismo uma substituição à adoração de ídolos e promover assim a aceitação nominal dos pagãos ao Catolicismo. Mas esta prática não se coaduna com o segundo mandamento da lei de DEUS, original, constante na Bíblia Sagrada: "Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma do que há em cima do céu, e do que há embaixo na terra, nem do que há nas águas debaixo da terra" (Êxodo c.20 v.4) / "Eu sou o SENHOR, vosso DEUS, não fareis ídolos para vós, nem imagens de escultura para adorardes, porque eu sou o SENHOR, vosso DEUS. Guardai os meus sábados, tremei diante de meu santuário..." (Levítico c.26 v.1 a 30) / "O ídolo, obra das mãos humanas, é maldito, ele e seu autor" (Sabedoria c.14 v.8 e 27) / "Eu sou o SENHOR, este é o meu nome. Não darei a outro a minha glória, nem consentirei que se tribute aos ídolos o louvor que só a mim pertence" (Isaías c.42 v.8).
- que o Vaticano deturpou a verdadeira revelação do Terceiro Segredo de Fátima porque este se refere ao fim da igreja católica e ao Juízo Final. A revista Planeta de Agosto de 1974 registrou algumas passagens do terceiro segredo, que contém revelações terríveis demais para chegar ao conhecimento do grande público. "Uma terceira guerra irromperá e tão horrível que poucos sobreviventes haverá na terra (...) Graves acontecimentos virão sobre os seres humanos. Se as organizações eclesiásticas não se transformarem radicalmente, a morte reinará no seio da igreja e os cristãos andarão a esmo, maldizendo o clero. Terá chegado o fim dos "papas" e os últimos deles gemerão sob dores corpóreas (...) Mas não encontrarão saída. Seu trono cairá". Essa é a passagem que em 1967 teria produzido o choque em Paulo VI ao ver que viria o caos, e uma nova igreja surgiria da catástrofe para receber os sobreviventes da grande hecatombe. Obviamente, essa nova igreja é a SOUST, Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade, única igreja de INRI CRISTO, a formação de um só rebanho e um só pastor (João c.10 v.4).
- que o número 666 da besta do Apocalipse c.13 v.18 ("É aqui que está a sabedoria. Quem tem inteligência, calcule o número da besta, porque é número de homem: este número é 666") está disfarçado na inscrição da mitra da besta de Roma que se faz chamar "papa", cargo ocupado nos dias atuais por Karol Josef Wojtyla, ou João Paulo II. A soma dos numerais romanos contidos no título VICARIVS FILII DEI resulta em 666 (V=5, I=1, C=100, A=0, R=0, I=1, V=5, S=0, F=0, I=1, L=50, I=1, I=1, D=500, E=0, I=1, ou seja, 500+100+50+5+5+1+1+1+1+1+1=666 / As letras A, R, S, F, E não têm representação em algarismos romanos e, por conseguinte, têm valor nulo).
- que "padre" e "papa" são títulos falsos, uma vez que INRI CRISTO ensinou antes de ser crucificado: "A ninguém chameis PAI sobre a Terra, porque um só é vosso PAI, o que está no céu" (Mateus c.23 v.9). "Padre", na tradução do italiano e espanhol, quer dizer pai, e "papa", na deformação do grego e latim, outrossim, quer dizer pai. Logo, esses títulos não têm qualquer validade eclesiástica perante o ALTÍSSIMO.
- que as calúnias, sandices, abomináveis acusações falsas proferidas pelos lacaios de Roma contra INRI CRISTO têm por objetivo propiciar a desinformação organizada, ou seja, os energúmenos inimigos da verdade consideram conveniente manter o povo cego, desorientado, escravizado, atordoado por idéias falsas, alheio a qualquer vestígio de luz que o faça despertar dessa abominável letargia, desse terrível sono profundo. Assim fazem sempre que almejam destruir um ícone popular; tentam de todas as formas ridicularizar, achincalhar e denegrir a sua imagem, como fizeram há dois mil anos com o Filho do Homem no afã de obter o veredicto da crucificação. Destarte procederam com Giordano Bruno e Galileu Galilei quando perceberam que suas idéias revolucionariam o dogmatismo estabelecido, colocando em risco o poder eclesiástico dominante. Enfim, foi esse o tratamento dispensado a todos aqueles que ousassem interferir no pernicioso sistema estabelecido "em nome de DEUS" para benefício de poucos. E agora, utilizando-se da imprensa, emitem levianamente toda sorte de inverdades, julgamentos precipitados e infundados contra INRI CRISTO sem jamais conceder-lhe o sagrado direito de resposta. Adequando-se ao velho provérbio francês: "Calunie, calunie, calunie, que algo sempre restará", qualificam-no sempre e invariavelmente de farsante ou lunático jamais permitindo ao povo o piedoso benefício da dúvida.
- que Maria, genitora de Cristo há dois mil anos, foi uma mulher pecadora igual às demais, sujeita às fraquezas e falhas inerentes aos seres humanos. Se ela fosse verdadeiramente mãe de DEUS como ensina a proscrita igreja romana em suas espúrias orações (Ave Maria - "santa Maria mãe de DEUS"), ela teria intimidade com o ALTÍSSIMO e, conseqüentemente, consciência de que não era chegada a hora da crucificação. Logo, não teria tentado prender Cristo sob a alegação de que estava louco ("Daqui foi para casa (de Pedro), onde concorreu de novo tanta gente, que nem mesmo podiam tomar alimentos. Quando os seus parentes ouviram isto, foram para o prender, porque diziam: Ele está louco" - Marcos c.3 v.20 e 21) / "Os parentes de Jesus: chegaram sua mãe e seus irmãos, e, estando fora, mandaram-no chamar. Estava sentada à roda dele muita gente, e disseram-lhe: Eis que tua mãe e teus irmãos estão lá fora e procuram-te. Ele respondendo-lhes disse: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E, olhando aos que estavam sentados à roda de si, disse: Eis minha mãe e meus irmãos. Porque o que fizer a vontade de DEUS, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe" - Marcos c.3 v.31 a 35).
- que é inviável o estudo de teologia em academia porque em academia não se pode estudar DEUS. Os assim chamados teólogos acadêmicos nada mais são do que embustólogos, falcatruólogos, engodólogos. Teologia é o conhecimento de DEUS e o conhecimento de DEUS só se pode obter através da revelação de DEUS. E desde que Cristo disse: "Eu sou a luz do mundo, a verdade e a vida. Eu sou o caminho; ninguém vem ao PAI senão por mim" (João c.14 v.6), como pode alguém estudar os insondáveis mistérios de DEUS em academia? Quem é o professor? Quem é o mestre? Quem ensina, se Cristo disse há dois mil anos: "A ninguém chameis mestre na Terra, porque um só é vosso mestre, o Cristo" (Mateus c.23 v.10)? Desde os primórdios da humanidade, o estudo das coisas de DEUS só se dá por intermédio da revelação divina, seja através dos profetas, seja através do enviado de DEUS. Logo, o restante é embuste, falcatrua e engodo.
- que os estudiosos da ciência sempre vão esbarrar nos mistérios de DEUS. Assim como os paleontólogos, arqueólogos, antropólogos não conseguem encontrar o corpo de Adão e por isso duvidam que houve um primogênito, origem da humanidade, assim também não podem compreender o Filho do Homem porque não existem parâmetros; para estudar o Filho do Homem, só se houvesse outro Filho do Homem, pois segundo a ótica científico-acadêmica, só se pode estudar as coisas que existem fisicamente em série. Portanto, no caso atípico do Filho do Homem, é impossível aos cientistas estudá-lo; só é dado conhecê-lo aqueles a quem o ALTÍSSIMO revela. Isto posto, os psiquiatras, psicólogos, neurologistas, enfim, os estudiosos da mente humana honestos intelectualmente só formam um juízo após um colóquio pessoal com INRI CRISTO. Os que procedem de forma diferente, prejulgam sem jamais havê-lo encontrado face a face merecem ostentar a pecha de charlatão.
- que sempre em todos os tempos só os espíritos das trevas pedem provas e milagres do Filho de DEUS. Há dois mil anos, Herodes pediu milagres (Lucas c.23 v.8 e 9) e não foi atendido. Outrossim, o demônio disse ao Filho de DEUS: "Se és Cristo, transforma estas pedras em pão. Se és o Filho de DEUS, atira-te daí para baixo, pois está escrito que os anjos te protegerão. Se és o Filho de DEUS, ajoelha-te diante de mim e te darei o império do mundo" (Mateus c.4 v.1 a 11). Os espíritos das trevas estarão sempre exigindo provas do Filho do Homem. Todavia, o Filho do Homem não necessita provar nada a ninguém; os seres humanos é que precisam provar sua dignidade perante DEUS.
- que não há paradoxo quando INRI CRISTO fala que a Bíblia é um livro de letras mortas e ao mesmo tempo ampara-se em versículos e capítulos bíblicos. Pois da mesma forma que INRI CRISTO se nutre dos peixes, crustáceos e algas do mar, todavia não ingere a areia e o lixo atômico existentes no fundo do mar, assim também ele se serve dos fragmentos da lei divina existentes na Bíblia e repudia os equívocos e as inverdades colocados pelos homens, incluindo os erros de tradução e interpretação. Eis uma prova irrefutável de que nem tudo na Bíblia pode ser considerado inquestionavelmente verdadeiro: DEUS é perfeito e, sendo perfeito, não erra, não se equivoca; conseqüentemente, não se arrepende das obras que realiza. No entanto, na Bíblia está escrito que DEUS se arrependera de ter criado o homem e de haver derramado o dilúvio sobre a Terra (Gênesis c.6 v.6 e c.8 v.21). Portanto, para quem raciocina lúcida e honestamente, esta é a prova suficiente e irrefutável de que só se deve levar em conta na Bíblia o que deveras veio de DEUS e deve-se questionar o que é passível de erro humano. O leitor sensato, inspirado por DEUS, saberá distinguir quando está diante de uma fábula, uma lenda ou uma parábola e cabalisticamente assimilará o significado de cada mensagem.
- que na ocasião do lançamento do filme A Paixão de Cristo dirigido por Mel Gibson, cujo enredo caracterizou nitidamente a intenção de responsabilizar o povo judeu pelo ônus da crucificação, inúmeros jornalistas e internautas questionaram qual a opinião de INRI CRISTO e até que ponto a opinião do diretor condizia com a realidade. INRI CRISTO isentou o povo judeu da culpa não só por ser circuncidado, o mesmo judeu que crucificaram, e sim porque, analisando friamente a história da humanidade, a verdadeira culpa é e sempre foi de Roma. Naquele tempo a Palestina estava sob jugo do Império Romano. Os judeus não tinham autoridade nem poder governamental para decretar a execução. A cúpula dos sacerdotes, aliada ao governador, incitou o povo à massificação. Pôncio Pilatos, nomeado interventor pelo imperador romano para governar a Judéia, é quem detinha o poder político. Logo, seguindo a lógica do raciocínio imparcial, é uma injustiça imputar ao povo judeu a culpa, que cabe exclusivamente a Roma.
- que o inevitável porvir do planeta Terra está transcrito nesta carta que, embora fictícia, retrata com realismo como seria o futuro se a bomba atômica não eclodisse e DEUS não abreviasse os dias dos finais dos tempos (Carta de 2070).
- que o principal obstáculo para que os espíritas vislumbrem a verdade sobre INRI CRISTO está nas inconsistentes e incoerentes argumentações dos líderes espíritas. Saiba por que, apesar de reencarnacionistas, os espíritas estão impedidos de se juntar a INRI CRISTO.
- que INRI CRISTO é o Emissário da Paz enviado pelo ALTÍSSIMO, SUPREMO CRIADOR e único SENHOR do Universo. A singela coroa de espinhos integrante da indumentária de INRI CRISTO foi tingida de branco por ordem de seu PAI, SENHOR e DEUS para simbolizar que, nesses difíceis tempos de guerra e desgraças afligindo a humanidade, INRI CRISTO é o Emissário da Paz.
- que catástrofes climáticas sem precedentes na história provocarão intensificação do princípio das dores vaticinado por INRI CRISTO há dois mil anos quando falava sobre os sinais de sua volta. A ciência prevê para os próximos anos guerras e desastres causados pelas mudanças de clima no planeta que custarão milhões de vidas, mas a mídia tenta ocultar do conhecimento público o debate científico sobre o superaquecimento global. Confira As Sombrias Previsões do Pentágono, a esclarecedora matéria da revista Carta Capital e algumas matérias extraídas da Internet.
- que a ansiedade é a maior inimiga do ser humano e qual a relação entre necrofagia (ingestão de carnes), destruição da natureza, explosão demográfica e ansiedade.
- que o estabelecimento do Estado de Israel em 1948 é o florescimento da figueira. Não há a menor dúvida entre os estudiosos da Bíblia de que o estabelecimento do Estado de Israel, em 14 de Maio de 1948, é o cumprimento da profecia da figueira. Ao longo da Bíblia, refere-se a Israel como sendo a figueira. Oséias 9:10 diz: “Encontrei Israel como cachos de uva no deserto; vi os seus pais como os primeiros frutos da figueira, que aparecem no cimo dela”. Após descrever seu retorno, em Mateus c.24 v.32-34, Cristo disse: “Compreendei isto por uma comparação tirada da figueira: quando os seus ramos estão tenros e as folhas brotam, sabeis que está perto o estio; assim também, quando virdes tudo isto, sabei que o Filho do Homem está perto, às portas. Na verdade vos digo que não passará esta geração, sem que se cumpram todas estas coisas”. Muitos concordam que isto quer dizer que a geração das pessoas que testemunharam a figueira brotando suas folhas (Israel tornando-se uma nação) não passará até que retorne o Filho do Homem.
- que INRI CRISTO advertiu o Caos Social na Terra de Santa Cruz numa carta enviada ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 03/12/1998, nos seguintes termos:
CAOS SOCIAL - O Apocalipse: Prenúncio do Fim do Mundo
"E ouvireis falar de guerras e de rumores de guerras... porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes (AIDS...), e terremotos em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores" (Mateus c.24 v.7 e 8).
Assim falou INRI CRISTO:
"Se o governo que se inicia no ano vindouro, já no início do mandato, não instituir um supraministério priorizando a agricultura, secundado por um ministério sério, ativo, real, viável da educação, propiciando a reversão do êxodo rural, a volta do homem ao campo com dignidade, o caos social estará definitivamente implantado na terra de Santa Cruz e o Brasil amargará uma sangrenta guerra civil.
Não basta, todavia, tão somente mandar o homem de volta ao campo; é necessário dar-lhe condições e vigiar para que não seja manipulado, aliciado pelos oportunistas de plantão.
O supraministério da educação servirá também para que o camponês não se sinta atraído pela cidade para estudar. O ministro da educação tem que trabalhar afinado ao da agricultura para que o homem volte ao campo e seu filho tenha as mesmas condições de estudar que na cidade. Só assim ele retornará ao campo, se deterá no campo e será possível evitar a sangrenta guerra civil. Se o governo que se inicia não der prioridade a estes dois itens fundamentais, insisto em dizer, é inevitável o caos social.
É necessário que o governo tome consciência de que muito mais importante do que construir penitenciárias e pagar salários intoleráveis aos parasitas do erário é construir uma vida digna para o homem do campo; assim ele não vai tornar-se, contra sua vontade, delinqüente, não será obrigado a vir para a cidade saquear supermercados, assaltar, assassinar, seqüestrar. O governo que se inicia terá que dar prioridade ao homem do campo. Eu já adverti sobre esta imperiosa necessidade em 1980 quando estive reunido com o então presidente da Câmara dos Deputados, Flávio Marcílio, e alguns deputados e senadores; eles anotaram tudo e as palavras foram ao vento. Já naquela época eu havia dito que era necessário dar prioridade à agricultura.
É tão urgente isto, tão relevante colocar a agricultura e a educação em primeiro plano porque até a medicina é beneficiada. Uma boa educação propicia que se diminuam as doenças, posto que, na grande maioria dos casos, a prevenção a diversos males é ensinada na escola. Assim sendo, os hospitais desinchariam, melhorando a qualidade nos serviços de saúde. Também o Ministério da Justiça não terá tanto trabalho, não se sentirá tão encurralado, tão abarrotado se houver o principal: o homem do campo voltando para o campo.
Enquanto o agricultor é menosprezado, marginalizado e humilhado, gastam-se 200 milhões de dólares para informatizar o voto. Se no Brasil houvesse uma real democracia e não uma farsa, uma falsa democracia (posto que inexiste voto obrigatório na democracia real), o voto seria facultativo; o cidadão não seria obrigado a ir, como se gado fora, empilhado nos ônibus, votar em alguém que não confia. Os cidadãos brasileiros muitas vezes votam em protesto até para se vingar dos desgovernos e dos políticos que os obrigam, através de arcaicas e esdrúxulas leis, a votar. Se o sufrágio não fosse obrigatório, não seria preciso informatizá-lo, porque as cédulas poderiam facilmente ser contadas pelo método tradicional."
*O MÉPIC é consciente de que não darão atenção às palavras de INRI CRISTO, não o levarão a sério, mas ele terá cumprido sua missão, ele advertiu em tempo. Quando foi ao Congresso no dia 11/11/98, expulsaram-no por haver falado essas coisas aos jornalistas presentes no Salão Verde. Entre os órgãos de imprensa estava a revista VEJA que lidera o esquema de boicote urdido pela desinformação organizada, desde 28/02/82 (ver livro DESPERTADOR), no afã de impedir o povo de conhecer a verdade sobre INRI CRISTO. Unicamente a Rede CNT divulgou parte de seu pronunciamento.